
- o risco inevitável de um exército profissionalizado, ded voluntários, incorporar um número importante de indivíduos violentos e desajustados, mal inseridos na sociedade, risco tanto maior quanto durante uma guerra os critérios de recrutamento são forçosamente pouco exigentes;
- o tédio e a tensão a que estão sujeitas as forças de um exército de ocupação;
- as barbaridades que pessoas de pouca moralidade e colocadas numa posição de poder são capazes de fazer;
- a importância da tecnologia nesta guerra - os equipamentos dos soldados, as tecnologias de informação (a net, as fotografias e filmes feitos com telemóveis ou câmaras de bolso, a utilização da propaganda na net pelas forças de resistência e terroristas);
- a inércia / medo do "homem comum" que o leva tantas vezes a consentir em barbaridades que teoricamente nunca permitiria.
Enfim, uma agradável surpresa depois da desilusão do didactismo e moralismo de In the Valley of Ellah .
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